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Single Ladies

sábado, 6 de fevereiro de 2010

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Não sou fã da Beyonce, mas como hoje é o show, decidi procurar uma música dela bacana pra postar aqui e acabei achando o Beyoncé Experience. Ela pode não ser a melhor artista do mundo, mas com certeza sabe fazer um desses mega-shows cheios de efeitos e coreografias bacanas.


Então, seguem alguns videos:

(Música do filme das Panteras - eu assumo que ainda dançava na frente da tv nessa época)


(a música com a Shakira, sem a Shakira)


(Baby-Boy)


(say my name)


(Survivor - Poxa, essa era com a Destiny's Child. Ela pode cantar sozinha?)


(Soldier)


(Jumpin' Jumpin' - Cara, certeza que eu perdi uns 2kg de tanto dançar essa música na época)


(Upgrade You -  com Jay-Z -  Gente, ele deve ser MUITO legal, porque é aquela relação meio Bela e Fera, sabe?)


(Check on it)


(Get me Bodied)


(Naughty Girl)


(Irreplaceble)

E, pra fechar, o bebê dançando  Single Ladies:


Ah, uma coisa bacana que eu descobri é que ela é bem feminista e a banda dela é formada inteiramente por mulheres. Bacana, né?

Bom show pra quem for!

Jamie Cullum

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

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Era uma vez uma menina que estava de saco cheio das músicas de seu celular. Fuçando nas playlists da vida, ela encontra um tal de Jamie Cullum. E adivinha só? Não consegue mais parar de ouvir.

Dizem por aí que ele vem "reciclando" o jazz. Particularmente, acho que ele tem feito muito bem. Suas músicas são muitos gostosas de ouvir, além de sua voz ser simplesmente linda e fofíssima.
Confesso que não sou lá muito conhecedora de jazz, mas acho que o Jamie vai me iniciar no gênero =D

Seu último cd lançado foi The Pursuit, em 2009, contendo 12 faixas, todas recomendadíssimas. Minhas preferidas foram Not while I'm around e We run things. I'm all over it (vídeo abaixo) é a segunda faixa do álbum, também muuito boa. =)

http://www.youtube.com/watch?v=3RUTgB07J_U

Então, está recomendado o moço.
Bom fim de semana =D

Fê.

The Filthy Youth

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

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Depois do post da nossa querida Carol sobre Gossip Girl, agora teremos um sobre o tchutchuco Ed Westwick, que interpreta nosso querido e amado Chuck Bass.


O supimpa é que além de o cara ser totalmente lindo e charmoso ele ainda canta bem. Muito bem!
Sim, meninas! O som do Filthy Youth, banda da qual Ed é vocalista, faz um som meio punk inglês, ou algo do tipo. Eu não sou lá aquela especialista em música para falar em termos, mas eu garanto que os caras são bons. Sem falar que ouvir a voz do Ed e seu sotaque fofíssimo é demais!
O que está solto pela internet é um cd demo com meia dúzia de músicas da banda (recomendo "Pirate" e "Orange" para o primeiro contato). Procure por "The Filthy Youth" no orkut. Na comunidade da banda, é possível fazer o download das músicas. No YouTube, há vídeos de performances ao vivo.


Boa música e até mais!

O fim da música impressa

terça-feira, 27 de outubro de 2009

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O fim da música impressa

Por Andressa Monteiro e Marina Zyrianoff



Pense rápido! Para saber das últimas novidades sobre música, você lê os jornais, as poucas revistas que ainda são vendidas nas bancas ou procura na Internet? Melhor ainda, quantas revistas de música você lembra que existiram no Brasil?Há diversos motivos pelos quais estas publicações não dão certo: crise financeira, mudanças nos hábitos culturais, decisões editorias desastrosas e a chegada dos blogs e outras ferramentas da Internet.

Aqui no Brasil, a revista Bizz foi uma publicação da Editora Abril com grande destaque nas décadas de 80 e 90. Ela nasceu em 1985 e foi cancelada em 2001, retornando às bancas quatro anos depois, para encerrar suas atividades novamente em 2007, após o surgimento da versão brasileira da Rolling Stone. A revista mantem-se viva, mas apenas em edições especiais ou ocasionais.

O mesmo aconteceu com a Revista MTV, criada em 2001. A publicação foi idealizada para ser um mecanismo de divulgação do canal. Em novembro de 2007, a assessoria de imprensa anunciou que a revista seria descontinuada por motivos estratégicos. Após sete anos e 79 edições a revista MTV saiu de circulação.

Atualmente, o mesmo acontece com as revistas estrangeiras. Títulos americanos como a Blender e a Spin foram fechados e até a Rolling Stone passa por dificuldades financeiras. A britânica New Musical Express, além do formato impresso, criou o próprio blog.Para o jornalista Marco Barbosa, o brasileiro não lê. “Ouvir música é fácil e de graça. Ler, mesmo que seja uma revista, dá mais trabalho, custa dinheiro e exige um mínimo de preparo intelectual. A maioria absoluta da população brasileira simplesmente não pode, não quer ou não está disposta a ter este trabalho.”

“Nem todo mundo tem acesso pela Internet ou interesse por sites de música. Alguns são realmente muito bons e confiáveis, mas a imensa maioria é amadorística ou, pior, apenas repete informações coletadas em outros lugares. Ainda há uma geração bem ativa que gosta de colecionar, folhear, ter o material físico nas mãos”, completa Marco Barbosa.

Já para Marco Aurélio Canônico, que escreve para o Blog da Ilustrada, do jornal Folha de S. Paulo e é editor da Folha Teen, nunca existiu uma revista de música segmentada para gêneros populares, e este talvez seja um dos motivos do fracasso desse tipo de publicação. “Se você parar para pensar nos exemplos de revistas musicais que a gente teve no Brasil, todas elas foram segmentadas para outros estilos musicais, como o rock, o indie ou o pop. Por que nunca se investiu em revistas de samba ou de MPB?”, questiona Canônico.

Com tantas mídias surgindo, como a Last FM e o Myspace, a necessidade de ter uma revista diminuiu muito. Para o crítico musical José Flávio Junior, as revistas tinham o papel que as redes sociais exercem atualmente. ”As pessoas não tinham Facebook, Orkut ou Twitter para se informar e pegar dicas musicais. Todas as grandes publicações estão lançando mão das novas mídias para chegar mais rapidamente ao consumidor, que acaba gastando com outras coisas e deixa de comprar revistas.”

Para José Flávio, nenhuma revista é indispensável. “Tudo o que você precisa saber e que está acontecendo no mundo, você encontra nos jornais e livros. A revista é uma forma resumida de você aprender as coisas, de ter a informação de um jeito mais gostoso de ler. As pessoas mudam os hábitos, passam a ter outras prioridades e não sentem a necessidade de folhear as revistas”

Para Marco Aurélio, não é possível afirmar incisivamente que a Internet é 100% culpada pelo fim das revistas de música. “Os benefícios que ela trouxe são infinitamente maiores do que os prejuízos que causou. Tanto o sujeito que escreve sobre música, quanto o que faz música, o que quer lê sobre musica ou o que ouve música, todos estão mais bem servidos pela Internet do que estiveram na época das revistas.”

A questão financeira também é prejudicial. “Gerenciar uma revista não é um trabalho fácil, papel é uma coisa cara. Você precisa ter um plano econômico, uma estratégia de marketing para atrair o anunciante e sustentar a revista.”

O dono do blog Popload, Lúcio Ribeiro, acredita que “no Brasil nunca se precisou do jornalismo musical para isso, até porque nunca existiu uma cultura de música decente, a não ser em guetos.”

O NOVO ESTÁ CHEGANDO

Em um mundo de novas tecnologias, as pessoas querem saber das informações em uma velocidade rápida, direta e curta. É o caso do Twitter.Para Marco Aurélio Canônico, o microblog é uma boa ferramenta e está ficando cada vez mais popular. “Todo meio de comunicação que surge na Internet, funciona. Isso é um indicativo de que eles têm algo bom e são coisas para serem divulgadas.”

José Flávio tem uma opinião um pouco diferente. “Twitter é o blog do analfabeto. Só serve pra quem não sabe escrever. Como alguém pode resumir as coisas que sente em apenas 140 caracteres?”.Outro exemplo citado por ele são as manchetes dos jornais. “Elas geralmente são a parte mais deficitária de um jornal e de uma revista. Você não consegue expressar a totalidade da sua matéria apenas no título.”Há quem invista no meio impresso considerando que ainda há uma fatia de mercado a ser conquistada.

È o caso das revistas Migmax, de música eletrônica, e a Billboard, que serão lançadas no Brasil ainda este ano.“As pessoas vão comprar uma revista como a Billboard pela marca, mas não quer dizer que ela será estimulante. Não dá para saber direito qual será o resultado dela em termos de venda e até de qualidade”, finaliza José Flávio.

VOCÊ ABRIRIA UMA REVISTA DE MÚSICA?

Perguntamos aos jornalistas Lúcio Ribeiro, José Flávio Junior, Marco Aurélio Canônico o que eles acham sobre o assunto.

MARCO AURÉLIO CANÔNICO
“Se eu tivesse que abrir seria pela Internet, porque os custos são muito menores e a facilidade é muito maior. Na internet basicamente você junta meia dúzia de pessoas e monta um site bacana. Já em uma revista, você precisa de uma grande estrutura comercial e gráfica, além de envolver toda uma parte de burocracia e impostos”,

JOSÉ FLÁVIO JUNIOR
“Só se eu ganhasse na Mega Sena e estivesse afim de perder um dinheiro e dar um salário para os caras que eu gosto e que escrevem sobre musica. O Brasil tem má distribuição dos exemplares. Ela irá vender pouco e não irá alcançar todas as bancas. Uma revista de musica nunca vai vender tanto quanto a Veja.”

LUCIO RIBEIRO

“Aqui não temos uma indústria de música. Existem gravadoras, rádios, lançamentos de discos, bandas, mas não há uma indústria musical. Ou se tem uma idéia razoavelmente boa para uma revista de música ou se está fadado a ir pelo sonho, pela garra de uma coisa que não faz parte de uma cultura musical.”

Beirut

domingo, 25 de outubro de 2009

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Yes! Beirut: banda recém descoberta por mim
numa conversa de "boteco" com uns amigos "loucos" na História essa semana.

Pra quem ainda não conhecia, fica aqui a dica: Baixem todos os albuns, especialmente o EP chamado "Elephant Gun", além de ser muito gostoso de ouvir, tem uma "famosa" música que tocou como trilha sonora em uma dessas séries globais.
ps. site oificial da banda: http://www.beirutband.com/
Enfim, boa semana!
Beijos

Everybody wants YOU!

domingo, 11 de outubro de 2009

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Bom dia meninas!
Hoje eu quero especialmente fazer DUAS recomendações que eu diria serem maravilhosas!! *-*

A primeira recomendação – muito bem vinda num feriado meio chuvoso, meio ensolarado como esse – será de um filme. Quem aqui ainda não viu o filme “The Prince and Me” ou na tradução “Um Príncipe em Minha Vida”? Se ainda não viram: VEJAM!

Ele é bem clichê, ou seja, um príncipe que se apaixona por uma moça “normal” durante a faculdade, ele quer levar ele pro mundo dela, mas ela quer terminar os estudos e blá blá blá...toda aquela ladainha amorosa que a gente sempre sabe como e onde vão terminar, mas que mesmo assim a gente ama assistir e sempre chora na cena do casamento! Então, por que eu estou recomendando este sendo que há tantos outros parecidos? Bom, primeiro porque os vestidos Julia Stiles são simplesmente maravilhosos! Segundo porque o ator que faz o príncipe, Luke Mably, também arranca suspiros...

Mas o motivo dessa primeira recomendação vem realmente agora: o que mais me agradou nesse filme foi a sua trilha sonora. Muito bem escolhida, traz nomes como Marc Cohn, Kinky, Jessica Riddle e a minha grande descoberta Josh Kelley.

Eu o conheci quando vi esse filme e devo dizer que me apaixonei completamente. Aqui estão alguns dados legais sobre ele pra quem quiser conhecer um pouquinho...


Josh Kelley (nascido em 30 de Janeiro, 1980) é um cantor e compositor de Augusta, Georgia - EUA. Músico, cantor e compositor dos generos Pop Rock e Blues Rock.iJosh já lançou cinco albuns de estúdio e nove singles.Com sua experiência e excelente musicalidade, Josh é fez tours com renomados artistas, incluindo Rod Stewart, Third Eye Blind, Toby Lightman e Counting Crows.Casou-se em 23 de Dezembro de 2007 com a atriz Katherine Heigl. O casal mora em Los Feliz - Califórnia, em uma casa de 2,5 milhões de dólares americanos.

Gravadoras: DNK Records, Hollywood Records, ThresholdWebsite: JoshKelley.com



ALBUNS:
2003 - For the Ride Home
2004 - For The Ride Home (two-disc re-release)
2005 - Almost Honest
2006 - Just Say The Word
2008 - Special Company
2008 - Backwoods2008 - To Remember

Desses albuns todos, bom…os meus preferidos são TODOS! Ok, eu sei...é muita coisa, então eu deixo aqui algumas recomendações pessoais sobre boas músicas do Josh.

*Everybody Wants You (é a que toca no filme e foi a que fez com que eu o descobrisse)
*Amazing (tocou em 2003, no seriado Smallville - terceira temporada, Episódio “Magnético”)
*Almost Honest
*Too Good To You
*Lady of Mine (uma das mais lindas dele, na minha opinião)
*Grey Skies
*More Than Love
*Under the Covers (que está na Trilha Sonora de “A Verdade Nua e Crua”)

Baixem essas músicas e tenham apenas uma amostra de todo o potencial dele.
Aqui estão também alguns vídeos, pra quem quiser conferir se é bom mesmo!






Bom meninas...espero que vocês gostem das minhas sugestões...
Bom restinho de domingo, bom feriado amanhã e boa semana ^^

Beijooos

Vagarosa

sábado, 10 de outubro de 2009

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Hoje eu vou me meter a crítica musical e falar desse CD gostoso de ouvir, que mistura uma pegada mais afro, meio Motown, com uma coisa meio reggae, um trabalho de temática e composição de som voltado pro passado, com samba e com todo um trabalho de percussão e beats eletrônicos resultando numa MPB moderníssima.





Há cerca de dois meses saiu o novo CD da Céu, chamado Vagarosa. Diferente do primeiro, ótimo e tão badalado CD homônimo - que foi até destaque na loja da Apple - esse foi pensado para soar melhor nos shows, mais orgânico, sem tantas alterações eletrônicas e instrumentais.

O nome do cd é Vagarosa e já denuncia que demorou bastante tempo para sair. Foi gravado em parte com a cantora ainda grávida e o cuidado e carinho por ele é tanto que os fãs chegaram a se impacientar na espera.


Para começar, uma vinhetinha de abertura extremamente gostosa, chamada "Sobre o Amor e seu Trabalho Silencioso", onde apenas um cavaquinho acompanha os versinhos simples. e a voz acalourada de Maria do Céu. Como ela mesma diz nessa abertura, o cd "vai pegar feito bocejo". - a composição é dela.


O bocejo, junto com a temática do sono, da preguiça e da vagarosidade, segue pelo cd. Na segunda música, bem mais eletronicamente carregada, chamada Cangote, dois versos retomam essa temática: "Vagarosa, me espreguiço/ e o que sinto, feito bocejo vai pegar..." - a composição é de CéU:






A brasilidade e o ecletismo seguem com a música Comadi, de CéU e Betto Villares. Nessa, com uma roupagem diferente do EP cangote, CéU dá mais um passo para o CD virar um clássico da MPB. Repare nas palavras típicamente brasileiras e na sonoridade toda trabalhada:




Para falar da próxima música, ninguém melhor que a própria CéU:
“Bubuia é uma maneira do norte de falar borbulha. O sentido é de seguir a vida leve, continuar, não importa o tamanho da onda. A borbulha faz isso. Na música, cada uma ficou com um verso. A gente gosta dessa coisa de ser backing vocal, fazer coro, como numa ciranda. A letra fala sobre a maneira de ir contornando. É uma filosofia ‘deixa a vida me levar’ total.”

(trecho retirado do blog da cantora) - (Composição: trio negresco:Thalma de Freitas, CéU e Anelis Assumpção)




 Já nascente, segue com um baixo e um trabalho eletrônico muito bacana e a letra personifica a natureza.




Bonita mesmo é Grains de Beaute, de CéU e Betto Villares. ( e fica mais bonita ainda depois da explicação da própria CéU): “Descobri que na França eles chamam as pintas de grãos de beleza. Como eles são elegantes... Gosto muito desse disco - “Histoire de Melody Nelson” (1971) - e essa música é uma referência bem explícita a ele.”




Seguimos com Vira-Lata, com a participação de Luiz Melodia:
“É a vibe dele, me passa essa sensação. Ele me inspirou a fazer esssa letra sobre paixões avassaladoras. Deram a ele um rótulo de maldito, mas eu não acho isso. Ele é um cara underground, uma das minhas vozes masculinas preferidas. Um dia, quando fizemos um show juntos, tomei coragem e o convidei para cantar no meu disco.”



Depois, uma música meio minimalista, chamada Papa, da Céu. É a única música em Inglês do disco e ela dá meio que a chave para entendê-lo: "Don't take yourself too seriously..."

Seguida por uma que lembra uma canção de ninar, e fala do tempo e sua passagem: Ponteiro.






Agora, a minha preferida de todo o disco: Cordão da Insônia é aquela música que faz você se sentir bem, coloque seus fones e ouça essa música que até um ônibus lotado, ou caminhar na chuva num dia que tudo deu errado fica gostoso. Veja o Making off:




Para voltar às raizes: Rosa, menina Rosa, um cover de Jorge Ben que nos remete ao samba.




Sonâmbulo segue, hipnótica, com um refrão forte, digno de virar single e  uma frase bacana: "Feito história de Moebius vão tirar sua visão/ e te dar olhos passívos adequados ao padrão"




E, para fechar, Céu nos convida para adentrar sua espaçonave e seguir viagem:
“A letra fala sobre a necessidade de se conectar com a natureza, de voltar para a nave mãe. O Catatau ouviu a música, curtiu e tocou guitarra. Foi o primeiro indício de que o disco estava realmente existindo



Para fechar, vejamos uma entrevista da Céu sobre o disco para o programa Metrópolis, da Tv Cultura.





Confira o blog oficial da Céu:


E, por fim, vai a dica: aprecie o álbum, desguste devagar, seja vagarosa. Ele faz jus a toda a fama da cantora, e a todo o hype que a segue. Quando Caetano disse que ela é o futuro da MPB, não estava errado. E esse futuro é promissor.



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